Esse é o principal objetivo quando tentamos viver a CNV: nos manter fiéis aos princípios e ao processo. Quando fazemos isso, podemos observar a “mágica” acontecer, como dizia Marshall Rosenberg.
Mesmo em práticas de encenação, podemos ver como a empatia vai abrindo espaço para a compreensão mútua e vai mudando gradualmente a disposição de quem fala e de quem escuta.
No fim, quando a intenção é honesta e mútua, a compaixão é inevitável.