Quando Marshall Rosenberg desenvolveu a CNV, um de seus objetivos era nos tornar capazes de dizer tudo que nos importa dizer, ou seja, sermos totalmente honestos e francos em nossa comunicação. É uma verdadeira libertação!
A diferença é que, na CNV, eu estou consciente do que falo: informo sobre o que observei (o fato em si, sem avaliação), sobre o que sinto em relação a isso, sobre minhas necessidades em jogo e sobre pedidos que eu queira fazer.
Além da consciência desses componentes, ainda mais importante é assumir a responsabilidade pelo que sinto e penso: deixo claro que sou o único responsável pelo que sinto e assumo a autoria dos julgamentos, diagnósticos e avaliações que eu fizer sobre o outro ou a situação.
Consciência e responsabilidade.
A conclusão é que talvez devamos começar a falar em “liberdade de expressão consciente e responsável”.
Como isso ressoa aí, dentro de você?